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	<title>Crítica &#8211; Atitude Literária</title>
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	<description>Site literário feito para verdadeiros apaixonados por livros e tudo que eles representam.</description>
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	<title>Crítica &#8211; Atitude Literária</title>
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		<title>EU ASSISTI: OFF CAMPUS, Amores Improváveis.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[Elle Kennedy]]></category>
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					<description><![CDATA[E vim aqui te oferecer os meus cinquenta centavos de contribuição. A adaptação de OFF&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E vim aqui te oferecer os meus cinquenta centavos de contribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">A adaptação de <strong>OFF CAMPUS: Amores Improváveis</strong> finalmente saiu do campo da imaginação e nós leitores para ganhar forma na tela, estreando no dia 13 de maio de 2026 no Prime Vídeo, e confesso&#8230; para quem acompanha essa série desde o primeiro livro e nutriu expectativas durante anos, sentar para assistir foi uma mistura perigosa de empolgação, ansiedade e medo. Medo porque adaptações quase/sempre caminham em uma linha tênue entre homenagem e frustração. Felizmente, depois de assistir à primeira temporada, posso dizer que existe algo aqui que merece ser celebrado: OFF CAMPUS entendeu aquilo que realmente importava preservar.</p>
<p style="text-align: justify;">Inspirada em <strong>O ACORDO</strong>, primeiro livro da série de romances universitários da autora <strong>Elle Kennedy</strong>, a temporada nos apresenta a <strong>Hannah Wells</strong> (Ella Bright) e <strong>Garrett Graham</strong> (Belmont Cameli). Ela, uma estudante apaixonada por música, inteligente, reservada e com um passado marcado por experiências difíceis. Ele, astro do hóquei universitário, capitão do time, acostumado a carregar expectativas nas costas devido a uma relação complicada com o pai. O ponto de partida é simples e irresistivelmente clichê para quem ama romance. Garrett precisa melhorar suas notas para continuar jogando, Hannah aceita ajudá-lo e em troca, ele irá ajudá-la em sua vida social e amorosa. Um acordo conveniente e benéfico para ambos&#8230; só que no meio do caminho se transforma em algo muito mais complicado, íntimo e inevitável.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas reduzir <strong>OFF CAMPUS</strong> a um romance de falso namoro seria injusto. Um dos pontos altos da série é justamente perceber que ela entende que o início da vida adulta, nunca é apenas sobre romance. E aqui na série existe uma intenção real de explorar os desafios desse período da vida: amadurecimento, inseguranças, pressão acadêmica, responsabilidades, descobertas afetivas, sexualidade, traumas, relações familiares difíceis e o peso silencioso de expectativas que muitas vezes nos esmagam. O romance existe, e funciona, mas ele não ocupa sozinho o protagonismo.</p>
<p style="text-align: justify;">A universidade <strong>Briar</strong>, cenário principal da trama, torna-se quase uma personagem própria. Entre dormitórios, festas, rinques de hóquei, lanchonete, e a famosa casa dividida pelo quarteto masculino, a série constrói um espaço vivo, que gera identificação e extremamente convidativo. Existe uma energia <strong>nostálgica</strong> ali, algo que lembra as séries adolescentes e universitárias dos anos 90 e 2000 – <em>e caros, leitores, eis aqui um acerto gigante.</em></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-6137 size-large" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-145856-1024x547.png" alt="" width="1024" height="547" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-145856-1024x547.png 1024w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-145856-300x160.png 300w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-145856-768x410.png 768w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-145856-1170x625.png 1170w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-145856-585x313.png 585w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-145856.png 1293w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROTEIRO E ADAPTAÇÃO:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando se fala em adaptação, existe uma armadilha inevitável, parte do público espera uma reprodução literal do livro, enquanto outra parte entende que linguagens diferentes exigem caminhos diferentes – desde que a essência esteja ali -, e <strong>OFF CAMPUS</strong> escolhe um meio-termo que, para mim, funciona surpreendentemente bem.</p>
<p style="text-align: justify;">A série não tenta copiar o livro cena por cena, nem reproduzir exatamente tudo o que lemos. Há mudanças, cortes, reorganizações narrativas e acréscimos inevitáveis quando se sai de uma narrativa que antes era contada dentro da mente do personagem, para uma linguagem audiovisual que precisa mostrar emoções ao invés de apenas descrevê-las. O que a adaptação parece compreender é que fidelidade não significa <strong>literalidade</strong>, e que sim, significa preservar intenções, emoções, dinâmica e identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A essência de Hannah e Garrett está presente. O humor, a química, a vulnerabilidade escondida sob camadas de autodefesa, o carinho que nasce aos poucos. Mais do que isso a série se preocupa em contextualizar relações, desenvolver o ambiente universitário e criar pontes para algo maior – <em>na torcida para que anunciem até a quarta temporada</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo condensando muito o material em apenas oito episódios, o roteiro consegue apresentar o que realmente sustenta esse universo; a amizade do <strong>quarteto</strong> (Garrett, Logan, Dean e Tucker), a proximidade entre Garrett e Logan, a amizade entre Hannah e <strong>Allie</strong>, a importância da música na vida de Hannah, o peso do hóquei para o Garrett, além de temas sensíveis como violência sexual, abuso doméstico, alcoolismo, pressão familiar e crises de identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto interessante e muito inteligente, está justamente no que a série planta silenciosamente. Os espaços compartilhados entre personagens, pequenas interações aparentemente secundárias, conflitos apenas insinuados e vínculos cuidadosamente introduzidos, gerando a sensação de <strong>continuidade</strong>. Para quem conhece os livros, existe aquele prazer de reconhecer sementes sendo plantadas e para quem não conhece, existe apenas a impressão de que o mundo da série é <strong>maior </strong>do que o romance central e cheio de possibilidades <strong>futuras</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso importa muito. Porque <strong>OFF CAMPUS</strong> não parece interessada em fazer uma temporada isolada, ela claramente constrói uma base para o que ainda está por vir.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-6136 size-full" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/off-campus-serie-1.jpg" alt="" width="720" height="405" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/off-campus-serie-1.jpg 720w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/off-campus-serie-1-300x169.jpg 300w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/off-campus-serie-1-585x329.jpg 585w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PERSONAGENS:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito provavelmente nenhum aspecto de uma adaptação seja tão <strong>sensível</strong> quanto o elenco. Nós leitores construímos imagens mentais durante anos. Idealizamos vozes, olhares, trejeitos, a energia, química. É quase impossível e até injusto, esperar que qualquer ator corresponda exatamente àquilo que a imaginação produziu, ou pior, que a IA criou. Por isso, existe algo que acho importante frisar, personagens <strong>adaptados</strong> não precisam ser <strong>clones</strong> da nossa fantasia eles só precisam convencer, entregar a essência daquilo que sonhamos. E, com toda honestidade, o elenco faz isso muito bem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Belmont Cameli</strong> entrega um Garrett extremamente carismático, arrogante na medida certa, magnético, divertido e, sobretudo, vulnerável quando necessário. Há algo em seus olhares e na maneira como a arrogância se dissolve aos poucos que traduz muito do personagem literário. <em>E os sorrisos&#8230; senhooooor! </em>Já <strong>Ella Bright</strong>, me surpreendeu como Hannah. Existe delicadeza, insegurança, inteligência e sensibilidade, mas sem transformar a personagem em alguém frágil ou caricata. Hannah permanece reservada, mas nunca apagada, tímida, porém intensa, consciente do que quer e ouso a dizer, do que merece.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o quarteto de amigos funciona <strong>assustadoramente</strong> bem junto. <strong>Garrett</strong> (Belmont Cameli), John<strong> Logan</strong> (Antonio Cipriano), <strong>Dean Di Laurentis</strong> (Stephen Kalyn) e <strong>Tucker</strong> (Jalen Thomas Brooks) carregam exatamente aquela energia de amizade masculina construída entre provocações, lealdade, afeto silencioso e caos compartilhado. A química coletiva é forte, natural e provavelmente um dos elementos mais importantes para sustentar futuras temporadas. Eles são o momento, e entregam muito a cada cena.</p>
<p style="text-align: justify;">Dean continua sendo Dean, exagerado, espirituoso e impossível de ignorar. Logan carrega aquele olhar constantemente dividido entre leveza e algo doloroso, que ainda não foi explorado pelo roteiro. Tucker mantém sua presença mais tranquila, gentil, nosso cozinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Também gostei muito da dinâmica entre Hannah e <strong>Allie Hayes</strong> (Mika Abdalla). Existe leveza, afeto, amizade feminina sincera, sem rivalidade fabricada. Elas funcionam muito bem juntas e sentimos o quanto uma agrega para a outra.</p>
<p style="text-align: justify;">E preciso abrir um espaço para <strong>Beau Maxwell</strong> (Khobe Clarke), porque sinceramente, como alguém consegue ser tão instantaneamente carismático? Apenas NÃO! Poxa Prime Vídeo, ele precisava ser tão apaixonante?</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda uma decisão narrativa que gerou discussões entre leitores: <strong>Jules</strong> (Julia Sarah Stone), a irmã mais jovem do nosso amado Logan. E aqui entra algo interessante sobre adaptação, muitos dos conflitos internos dos livros simplesmente não funcionariam na tela sem algum <strong>recurso de mediação</strong>. Jules cumpre justamente esse papel, ela ajuda a organizar informações, contextualiza o universo do hóquei para quem chega agora, conecta acontecimentos e, principalmente, torna visíveis emoções e tensões que nos livros, estavam apenas dentro da mente dos personagens. Pode causar estranhamento inicial, mas faz sentido dentro da proposta da série, é um recurso narrativo.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-6138 size-full" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150050.png" alt="" width="981" height="566" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150050.png 981w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150050-300x173.png 300w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150050-768x443.png 768w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150050-585x338.png 585w" sizes="(max-width: 981px) 100vw, 981px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VISUAL, AMBIENTAÇÃO E ATMOSFERA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os dormitórios, festas, rinques, salas de aula, corredores, bares e a casa compartilhada pelos amigos ajudam a construir um ambiente acolhedor e extremamente verossímil para a narrativa. Existe uma identidade visual consistente, jovem, envolvente e até um pouco nostálgica.</p>
<p style="text-align: justify;">É aquele tipo de ambientação que não necessariamente impressiona pelo gigantismo, mas convence pela sensação de pertencimento. Você acredita naquele espaço, quer permanecer nele e se puder até ser parte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TRILHA SONORA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outro detalhe que me agradou muito foi o trabalho musical. A série brinca com repetição de canções, <strong>reposicionando</strong> músicas em contextos diferentes e permitindo que determinados momentos ganhem novos significados conforme as cenas avancem. São pequenas escolhas, mas que enriquecem muito a experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">E menção honrosa aos <em>easter eggs</em> espalhados ao longo dos episódios&#8230; pequenas piscadelas para leitores atentos que tornou tudo ainda mais divertido.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-6139 size-large" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150204-1024x605.png" alt="" width="1024" height="605" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150204-1024x605.png 1024w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150204-300x177.png 300w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150204-768x454.png 768w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150204-1170x691.png 1170w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150204-585x346.png 585w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-28-150204.png 1222w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AFINAL, FUNCIONA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Funciona. ÓBVIO, que funciona!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OFF CAMPUS: Amores Improváveis</strong> não reinventa o gênero, não quer revolucionar a televisão nem apresentar algo completamente inédito. E por isso funciona tão bem. A série entendeu aquilo que faz nós leitores nos apaixonarmos por romances, conforto emocional, química, amizades genuínas, relações construídas no cuidado, desejo acompanhado de respeito, humor, acolhimento e personagens imperfeitos tentando descobrir quem são. Eu só sei, que existe algo extremamente viciante na maneira como a série nos faz querer permanecer naquele universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, claro, nem tudo é perfeito. Algumas cenas mereciam mais tempo, determinados momentos poderiam respirar melhor e oito episódios claramente comprimem uma narrativa que teria potencial para maior aprofundamento. Há passagens que parecem acelerar ou resumir conflitos por pura limitação de duração. Dá para sentir, em certos momentos, pequenos <strong>remendos</strong> narrativos tentando comunicar passagem de tempo ou desenvolvimento sem espaço suficiente. Ainda assim, isso não apaga o brilho, no final das contas, os pontos positivos são muito maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você ama os livros, existe uma chance enorme de enxergar essa adaptação como um presente, imperfeito, sim, mas feito com cuidado, carinho e, acima de tudo, respeito ao coração da obra original. Se você nunca leu, talvez encontre aqui exatamente aquela série confortável e viciante capaz de alterar temporariamente a química do seu cérebro e te deixar pensando obsessivamente nos personagens.</p>
<p style="text-align: justify;">No fim das contas,<strong> OFF CAMPUS: Amores Improváveis</strong> acerta porque entende algo essencial, adaptações não precisam reproduzir cada detalhe; elas precisam nos fazer sentir novamente todas aquelas emoções que encontramos na leitura. <strong>E EU SENTI. MUITO!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>CONFIRA O TRAILER</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RK3ATRk3Coo?si=xTwGCRHWxXOFbEt9" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-6144 alignleft" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Amores-Improvaveis-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Amores-Improvaveis-169x300.jpg 169w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Amores-Improvaveis.jpg 562w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /></p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></p>
<p><strong>Original:</strong> OFF Campus</p>
<p><strong>Ano Produção:</strong> 2026</p>
<p><strong>Gênero: </strong>Romance, Drama</p>
<p><strong>Classificação Indicativa:</strong> 16+</p>
<p><strong>Produção:</strong> Gina Fattore<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Louisa Levy<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Silver Tree<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Marty Bowen<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Wyck Godfrey<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>James Seidman<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Neal Flaherty<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Leanna Billings<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Ian Deitchman<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Kristin Robinson<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Annika Patton<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Elle Kennedy<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Ryan Silva<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Caylin Kocagoz<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Sadie M. Hopkins<span aria-hidden="true"><span class="_36qUej">, </span></span>Jonathan Shore</p>
<p><strong>Direção:</strong> Silver Tree, Samantha Bailey, Dawn Wilkinson, Erica Dunton</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ella Bright, Belmont Cameli, Mika Abdalla, Stephen Thomas Kalyn, Jalen Thomas Brooks, Antonio Cipriano</p>
<p><strong>Estúdio:</strong> Amazon Studios</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Até a próxima! Bye.</p>
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		<title>Eu assisti: A Sociedade da Neve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 23:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Eu assisti]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[Caros leitores! Vocês conseguem se imaginar entrando em um avião, ele caindo em uma montanha&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Caros leitores!</strong> Vocês conseguem se imaginar entrando em um avião, ele caindo em uma montanha erma, primeiro sobreviver a essa queda, e mesmo machucado precisar lutar para seguir vivo em um local que só tem neve, quase nada de comida, roupas, ou qualquer equipamento mínimo para sobrevivência, e muitos mortos ao seu lado, pessoas que você conhecia?</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma trágica história real, que ganhou uma adaptação cinematográfica, baseada no livro homônimo “A Sociedade da Neve, do jornalista <strong>Pablo Vierci</strong>, publicado no Brasil, pela Companhia das Letras.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 13 de outubro de 1972, o time de rúgbi Uruguaio, juntamente com alguns amigos e familiares, fretou um avião da Força Aérea do Uruguai, com destino a Santiago, no Chile para uma competição. Ao todo 45 pessoas estavam a bordo. Durante o trajeto a aeronave se choca contra uma montanha da Cordilheira dos Andes. Com a queda muitos dos passageiros e tripulantes morrem. Aqui já irei deixar meu primeiro parecer, foi muito inteligente a maneira como <strong>J.A. Bayona</strong> (diretor) escolheu não ficar retratando o entorno, as histórias, ou os personagens antes da tragédia, o foco não era nos apresentá-los antes e sim, ressaltar a sobrevivência. Em poucos minutos desde o início do filme, já somos transportados e impactados com a sequencia de cenas que marcam a queda aterrorizante, a aeronave se partindo, os bancos se desprendendo e se chocando uns nos outros, corpos sendo arremessados para fora, corpos sendo esmagados, sangue, desespero, membros se quebrando, tudo diante dos teus olhos, é uma cena que rouba o ar, que consegue transmitir o terror, o pânico do que está acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a queda, nos deparamos com um grupo muito desnorteado, mas sem tempo a perder, e logo eles correm para ajudar uns aos outros, encontrar sobreviventes e ajudar os feridos. Ao final daquela primeira varredura vinte e nove pessoas seguem vivas, mas esse é apenas o início das dores, eles estão em um ambiente hostil, cercados por montanhas congelantes, metros de neve e não possuem o mínimo para sobreviver. Ainda que tomem decisões importantes de procurarem um meio de se isolar dentro do que restou da aeronave e fechar as frestas de ar para passarem aquela primeira noite, o clima é implacável, e o inevitável acontece, mais pessoas acabam morrendo congeladas, ou em decorrência da gravidade de seus ferimentos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5008 size-large" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-1024x640.jpg" alt="" width="1024" height="640" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-1024x640.jpg 1024w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-300x188.jpg 300w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-768x480.jpg 768w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-1170x731.jpg 1170w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-585x366.jpg 585w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os dias se alongam, eles precisam aprender a extrair água da neve, se viram como podem com o que encontraram de alimentos. Um dos passageiros, estudante de medicina, consegue oferecer um “suporte” aos mais feridos, e todos tentam se ajudar como podem. Encontram um radinho e é por ele que recebem notícias do mundo exterior, e é por lá que também tomam ciência que as buscas por eles foram interrompidas depois de duas semanas, eles foram dados como <strong>mortos</strong>. O clima é extremo demais e seguir com as buscas impossível. Mais uma vez, somos tomados pelo desespero daquele grupo, que veem suas vidas se esvaindo por entre seus dedos.</p>
<p style="text-align: justify;">Caminhar para longe de onde estão se revela algo quase impossível, são metros e metros de neve, um clima extremo, fora a desidratação, a fome, por consequência a desnutrição, o sol que queima sem nenhuma misericórdia, e todo o mal-estar que a altitude provoca. Não existem opções, caminhos, meios, só um bando de jovens perdidos e agonizando em vida.</p>
<p style="text-align: justify;">É só então que as primeiras conversas sobre se alimentar dos mortos começam. É muito importante deixar claro aqui, que isso é retratado de modo muito sensível, sutil, não tem nada escancarado, o filme foge do <strong>sensacionalismo</strong>, do mórbido, do que poderia tornar isso ainda mais difícil do que já é. O que ganha a tela, é a angústia, a agonia, a aflição diante do fim iminente, e ao que se resumiu toda aquela situação. Não é uma decisão fácil, nos acompanhamos o terror psicológico que eles estão enfrentando, o conflito moral, religioso, a luta entre sobreviver e morrer a uma mordida, e é agonizante acompanhar isso. Os choros, as lembranças, o incomodo, o quanto aquilo os consome ao mesmo passo que os alimenta. Não é sobre certo ou errado, é sobre desespero e sobreviver.</p>
<p style="text-align: justify;">Serão setenta e dois dias perdidos no meio da Cordilheira. Ao final desta trajetória dolorosa e drásticas, apenas dezesseis sobreviverão. E é graças a dois dos jovens (<strong>Fernando Parrado</strong> e <strong>Roberto Canessa</strong>), que estão em condições razoavelmente melhores que os demais, que caminharam por dez dias, até que encontraram o cavaleiro <strong>Sérgio Catalan</strong>, que os leva para casa, os alimenta e chama o resgate. E os jovens, no dia 22 de dezembro, de 1972, são resgatados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5018 size-large" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-1024x682.png" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-1024x682.png 1024w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-300x200.png 300w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-768x512.png 768w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-585x390.png 585w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-263x175.png 263w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1.png 1160w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">É difícil dizer que uma obra adaptada da vida real é bonita, ainda mais uma carregada de tanta dor e perdas, mas a produção me <strong>surpreendeu</strong> por focar em pontos que vai muito além do sofrimento, da angústia, do desespero, ainda que sejam pontos presentes. Bayona, consegue trazer a humanidade, a camaradagem, a união, a maneira como o grupo escolhe se apoiar, cuidarem uns dos outros, cada um oferecendo aquilo que pode. O que fica no final, mesmo com todo o horror, é a mensagem de esperança, de otimismo, fé e força. E nos faz questionar sobre; o que você faria diante de uma situação como aquela? E se fosse você ali? Até onde você iria para sobreviver?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não sou profissional para falar sobre fotografia, trilha sonora, enquadramento de câmera, figurino, maquiagem, atuação&#8230; e por aí vai. O que posso deixar aqui é minha impressão como leiga, e eu amei tudo sobre a produção, achei o trabalho muito bem-feito, os atores muito bem diante dos papeis representados, eles transmitem a emoção, está no olhar, na forma como o corpo fala, em tudo. E achei o figurino e a maquiagem muito bem-feitos, coerentes, me passou verdade. O cenário muito bem explorado, enfim, já deu para perceber que eu gostei.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas assistam, prestigiem a obra, ela está disponível na Netflix. Assista ao trailer a seguir:</p>
<p><center><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/zPw-NNjZbHo?si=3qfROFL5cEiBFPAI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5006 alignleft" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/5988725-198x300.webp" alt="" width="198" height="300" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/5988725-198x300.webp 198w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/5988725.webp 415w" sizes="(max-width: 198px) 100vw, 198px" /></p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p><strong>Original:</strong> La Sociedad de la Nieve</p>
<p><strong>Ano Produção:</strong> 2023</p>
<p><strong>Duração:</strong> 144 minutos</p>
<p><strong>Gênero:</strong> Aventura, drama, baseado em fatos, adaptado de livro, história</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 14+</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Bernat Vilaplana, J. A. Bayona, Jaime Marques, Pablo Vierci</p>
<p><strong>Produção:</strong> Belén Atienza, Lilia Scenna, Sandra Hermida, J. A. Bayona, Pablo Vierci</p>
<p><strong>Direção:</strong> J. A. Bayona</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Agustin Pardella, Enzo Vogrincic, Matias Recalt, e outros&#8230;</p></blockquote>
<p>Até a próxima! Bye.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>[CRÍTICA] Série Os 13 Porquês</title>
		<link>https://atitudeliteraria.com.br/2017/04/02/critica-serie-os-13-porques/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Apr 2017 23:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Assistidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Olá, pessoas! Não tenho como hábito falar das séries e filmes que assisto, porém não&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"><b>Olá, pessoas!</b></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Não tenho como hábito falar das séries e filmes que assisto, porém não resisti, não consegui me manter indiferente a uma em especial que acabei maratonando no final de semana.</span></div>
<p></p>
<div style="text-align: center;"><iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/yB5JQr8jw7w" width="560"></iframe></div>
<p><a name='more'></a></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Os 13 Porquês, é um lançamento original de 2017 da Netflix, baseado na obra do autor Jay Asher e logo de cara preciso deixar meus parabéns e gratidão a cada pessoa envolvida neste projeto. <o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Antes de iniciar minhas considerações sobre a série, quero ressaltar que não li o livro. Portanto não farei comparações entre um e outro. Também quero deixar claro que não sou crítica, que não tenho conhecimento técnico sobre cinema e qualquer coisa relacionada. Sou apenas uma leitora viciada, que ama séries e filmes.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">ENREDO<o:p></o:p></span></b></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Ao retorna para casa após a escola, Clay encontra uma caixa misteriosa direcionada a ele. Dentro desta caixa contém, um mapa, e algumas fitas cassetes. Intrigado ele decide ouvi-las, é quando se depara com a voz de Hannah Baker, a jovem que cometeu suicido recentemente. Logo de cara uma revelação o deixa devastado, se ele está recebendo a caixa, é porque ele é um dos porquês dela ter se matado, assim como os demais mencionados em cada gravação. E caros leitores, você com certeza não está preparado para as emoções que irão tomar seu corpo, o quanto seu coração ficara em frangalhos, e quantidade valiosa de assuntos debatidos. MARAVILHOSA! Apesar da premissa ser o suicídio, a abordagem vai muito além, temos relações familiares, agressão, violência sexual, bullying e muito mais&#8230;<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Sabia que seria intenso. Mas olha&#8230; jamais imaginei que seria tão denso e profundo. &nbsp;Muito bem escrito, detalhado, é perceptível o cuidado com a qual o assunto foi abordado, a maneira como os aspectos psicológicos de cada personagem foram bem explorados, os diálogos são precisos, a abordagem do universo jovem está natural e em nenhum momento tentaram minimizar os efeitos, as reações, as consequências. Cru, real, angustiante, sufocante, doloroso, o enredo está na medida perfeita para emocionar, direcionar e inspirar todos a se tornarem seres humanos melhores, mais atentos a sua volta. <o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">PERSONAGENS/ATUAÇÃO<o:p></o:p></span></b></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Uau, não poderiam ser mais distintos, cheios de personalidade, medos, inseguranças e dramas. Cada um com sua parcela de culpa, dor, angustia, precisando lidar com as escolhas, com as consequências de cada ação e ainda assim tão perdidos e confusos. <o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Vou focar nos dois protagonistas. Hannah, foi interpretada pela atriz Katherine Langford, incrível, o semblante, o olhar, o modo como ela se move, fala, articula, ela captou cada emoção, cada sentimento, até mesmo diante do silêncio seu olhar gritava, impecável. Sua atuação me chamou muita atenção, pois toda a jornada da protagonista, a evolução da crise, o crescimento da dor, dos medos, da solidão, tudo ficou minuciosamente bem expressado. Já Clay foi interpretado pelo ator Dylan Minnette e sua atuação foi maravilhosa, quanta angustia, as explosão de raiva, a carga de culpa, as angustias, medos, é só&#8230; UAU. Mesmo, não sei como expressar em palavras.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">A verdade é que todos foram brilhantes em suas atuações. É impossível pensar na série e nos personagens de maneira diferente, porque cada um verdadeiramente vestiu a capa que lhe cabia, foram precisos, entregues e o resultado final foi uma explosão de emoção e verdadeiro show de atuação.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">FOTOGRAFIA<o:p></o:p></span></b></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Os cenários explorados, toda a dinâmica jovem está muito bem representada. As festas, o ambiente escolar, o modo como as cenas foram gravadas, tudo está realmente muito bonito, bem construído. Realmente visualmente falando eu AMEI.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS<o:p></o:p></span></b></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Todos os jovens, na verdade todas as pessoas de um modo geral deveriam assistir ou ler Os 13 porquês. As discussões, os temas abordados é muito real, infelizmente é algo presente no cotidiano e acontece com mais frequência do que imaginamos e gostaríamos.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">O suicídio é o segundo maior responsável por mortes de jovens no mundo. É uma triste estatística que só faz aumentar e a impressão que tenho é que muitas vezes preferimos abafar, ignorar e esconder, ao invés de tentar debater, entender e ajudar.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">É impressionante o quanto uma pequena ação, uma única palavra pode gerar uma avalanche. Como algo aparentemente insignificante para você, pode ser o fim para outros. Detalhes que passam despercebidos na correria do dia a dia, quando estamos focados demais nos nossos próprios dramas e não nos importamos com quem está ao nosso lado.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Quando foi que começamos a ser tão egoístas, cruéis, individualistas? Quando nos esquecemos do valor da empatia, do respeito, da humanidade? Por que aceitamos que nos humilhem, minimizem, maltratem? Isso é errado. E precisa parar. É importante saber respeitar as diferenças, as escolhas, as decisões, os gostos. Procurar entender ao invés de, julgar.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Fique atento aos sinais, pode ser que uma pessoa próxima a você esteja gritando socorro neste exato momento, te pedindo ajuda, mesmo no silêncio as palavras gritam, basta querer escutar.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Não desvalorize as dores dos outros, você não sabe o que se passa em sua vida, o que aquela pessoa está enfrentando, cada individuo é único, e a maneira como sente sua dor, como vive, também é. Cada pessoa tem sua própria batalha para lutar. Não desmereça sua dor, seus medos e inseguranças.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">E se você acha que não tem mais jeito, acredite tem sim. Você não está SOZINHO, não tenha medo de pedir ajuda, de querer procurar uma nova solução, sempre, eu disse SEMPRE existe outros caminhos, outras escolhas, outras chances.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">O verdadeiro milagre da vida é o hoje. Então não o desperdice, não tenha medo de viver, de tentar ser feliz, de amar. Não tenha medo de recomeçar, de acreditar. Ainda que doa, que seja difícil, não desista de si mesmo. Jamais desista de si mesmo, a morte não é a solução, jamais será.<o:p></o:p></span><br /><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"><br /></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Em um mundo onde ser cruel, praticar <i>bullying</i> e ser egoísta está na moda, faça a diferença e mostre que você é superior. Respeite, ame, ajude, seja generoso, tenha empatia. São pequenas atitudes, pequenos gestos e sorrisos que tornam o mundo um lugar melhor. Traga um pouco de cor para quem está vivendo em um mundo cinza.<o:p></o:p></span></div>
<p></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;palatino linotype&quot; , &quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;">Até a próxima! Bye.&nbsp;<o:p></o:p></span></div>
<p><a href="http://tinypic.com/?ref=vw6iw" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" alt="Image and video hosting by TinyPic" border="0" src="http://i62.tinypic.com/vw6iw.png" /></a></p>
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		<title>[CINEMA] Sete Homens e Um Destino</title>
		<link>https://atitudeliteraria.com.br/2016/09/23/cinema-sete-homens-e-um-destino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Oi, gente! Hoje estou aqui para uma resenha de um filme que acabei por ver&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Oi, gente!</b></p>
<div style="text-align: justify;">Hoje estou aqui para uma resenha de um filme que acabei por ver acidentalmente. Ao passar em frente ao cinema, vi ele em cartaz e o elenco incrível, então pensei: Opa, filme de faroeste? Não posso perder!<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Sabe de qual filme estou me referindo? <o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><b>SETE HOMENS E UM DESTINO</b><o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-SrEOUSowavs/V-U8BKBxyqI/AAAAAAAABd8/rS0obyav7GoZHcuJHgvB6iQb4mFzQk25wCLcB/s1600/sete-homens-um-destino.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="226" src="https://1.bp.blogspot.com/-SrEOUSowavs/V-U8BKBxyqI/AAAAAAAABd8/rS0obyav7GoZHcuJHgvB6iQb4mFzQk25wCLcB/s640/sete-homens-um-destino.jpg" width="640" /></a></div>
<p><a name='more'></a></div>
<div style="text-align: justify;">O longa é baseado no filme homônimo de 1960, dirigido por John Sturges, que por sua vez, foi baseado no clássico japonês: Os Sete Samurais ( 1954) e pasmem, a versão ainda gerou três sequencias, A volta dos Sete Homens ( 1966), A Revolta dos Sete homens (1969) e A Fúria dos Sete Homens ( 1972), além de uma série de TV que passou durante (1998-2000).<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O filme é dirigido por Antoine Fuqua. Se você gostou de Nocaute, O Protetor, Bastardos Inglórios, Invasão à Casa Branca, Atirador&#8230; Então você vai amar Sete Homens e um destino. Fuqua é um excelente diretor e conseguiu levar o longa com maestria, fazendo com que ele transitasse de forma impressionante entre o humor, drama e ação – e que ação, hein!&nbsp;<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Resultado de imagem para sete homens e um destino elenco" src="http://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2016/04/the-Magnificent-Seven-3_1200_900_82_s.jpg" height="426" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O filme também conta com um dos melhores elencos: <i><span style="color: red;">Chris Pratt</span></i>, que dá vida ao personagem Faraday, um cara solitário e beberrão, porém sarcástico e divertido. <i><span style="color: red;">Vincent D. Onofrio</span></i>, como Jack Horne, o urso eremita – eu ri um bocado com esse cara, sério! Contamos também com o lindo <i><span style="color: red;">Manuel Garcia-Rulfo</span></i>, um bandido mexicano que não erra um tiro – benza Deus! Os dois golpistas Goodnight e Billy Rocks, vividos por <i><span style="color: red;">Ethan Hawke</span></i><span style="color: red;"> </span>– que eu amo, e <i><span style="color: red;">Byung-Hun Lee</span></i><span style="color: red;"> </span>– não lembro de ter visto um filme com esse cara, mas ele é foda! <i><span style="color: red;">Martin Sinsmeier</span></i>, que dá vida ao lindíssimo e atlético – nada boba eu né, mas o cara tinha um corpo de dar inveja – índio Red Harvest. E claro, a estrela do filme, <i><span style="color: red;">Denzel Washington</span></i>, que dá vida ao imponente e temido Chilsom em seu cavalo Negro. Já falei que eu casaria com Denzel Washington se eu pudesse? Pois é!&nbsp;<o:p></o:p>Mesmo com aqueles caras sujos e suados &#8211; devia ser assim mesmo nessa época de faroeste &#8211; eu não deixei de suspirar por Bommer e Pratt, e até Denzel tinha seu charme, rs. Então, nota 10 para figurino e fotografia, ahahaha.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Eu não assisti todas as adaptações desse filme anteriormente, mas a que vi, algumas coisas mudaram bastante. Mas eu amei os bandoleiros, ahahaha!<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Resultado de imagem para sete homens e um destino elenco" src="http://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2016/04/the-Magnificent-Seven-3_1200_900_80_s.jpg" height="404" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Nesse longa, o notório Du Four, estrelado por <b><i><span style="color: red;">Peter Sarsgavard</span></i></b><span style="color: red;"> </span>– sempre tem que ter um vilão, né gente – ele invade o vilarejo com alguns pistoleiros e acaba impondo sua presença aos moradores de forma brutal, assassinando vários homens, e um deles, é o marido de Ema Cullen, estrelado pelo lindo, gostoso e maravilhoso <i><span style="color: red;">Matt Bommer</span></i>. Quem é que não vê esse cara e não suspira gente? Affe! <i><span style="color: red;">Haley Bennet</span></i><span style="color: red;"> </span>está muito bem no papel de Ema, e é ela quem faz a trama girar ao contratar Shilsom, um caçador de recompensas, para ajudá-la a livrar a vila do opressor e seus pistoleiros. Shilsom acha loucura enfrentar Du Four sozinho, então contrata mais seis bandoleiros para essa jornada suicida. Por mais que os 7 homens sejam fodaaaaa, eles sabem que é uma missão impossível. Não é só saber atirar, ou atirar primeiro, Shilsom é cabra macho, ele é inteligente e sagaz. Ele também tinha seus motivos para ajudar a moça a se livrar do cara e buscar vingança pelo marido morto, acho que por isso ele aceitou a missão sem nem pestanejar. Adoro homens valentes!<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Resultado de imagem para sete homens e um destino elenco" src="http://imguol.com/c/entretenimento/6c/2016/09/20/cena-do-filme-sete-homens-e-um-destino-1474409277483_956x500.jpg" height="334" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">A ideia central do filme foi mantida, mas os personagens foram repaginados. Eu adoro remakes, claro que alguns nos decepcionam, mas esse não tinha como não dar certo com tantos atores de alto escalão. O filme me surpreendeu de um jeito bem positivo. Muito mais do que um entretenimento de sessão da tarde. Os diálogos são bem construídos e o roteiro impecável, sem contar a fotografia. Eu me senti em mil novecentos e bolinha, na época em que meu pai assistia filmes de bang-bang. <o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Resultado de imagem para sete homens e um destino elenco" src="http://www.tv-ao-vivo.net/vereassistir/wp-content/uploads/2016/09/filme-sete-homens.jpg" height="426" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O desfecho do filme é um tanto clichê e previsível, porém isso não apaga seu brilho. Nunca vi tanto tiro na minha vida e personagens saindo ileso até o momento chave. Claro que há mortes, meu coração ficou apertadinho, pois cada personagem ali me conquistou de formas diferentes. Enfim, eu recomendo muito. É um filme de 2h16, que brilhou do começo ao fim.&nbsp;<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" src="https://1.bp.blogspot.com/-hr6YOjnH5Vk/VoH7sHZvnWI/AAAAAAAAHyk/z9NWYKhcl84/s320/http---signatures.mylivesignature.com-54493-395-7174C07080ED8C951BCCC95316C8A243.png" /></div>
<p></p>
<div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"></div>
<p></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>[CINEMA] A BRUXA &#8211; Primeiras Impressões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 19:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Eis que chega aos cinemas brasileiros o tão esperado filme de TERROR, A BRUXA. Com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"></div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-sXimCCV0wiM/Vttf8atwwSI/AAAAAAAAD2E/bUmpqQKX4BY/s1600/bruxa_11-750x380-750x380.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="324" src="https://4.bp.blogspot.com/-sXimCCV0wiM/Vttf8atwwSI/AAAAAAAAD2E/bUmpqQKX4BY/s640/bruxa_11-750x380-750x380.jpg" width="640" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">Eis que chega aos cinemas brasileiros o tão esperado filme de TERROR, A BRUXA. Com um marketing pesado, A Bruxa se tornou, mesmo antes de sua estreia, o filme queridinho dos amantes de terror.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Porém, engana-se quem pensa que ele é mais um daqueles terrores <i>jumpscares ( aqueles filmes com ruínos ou musiquinhas sinistras fortes, seguidas por uma imagem assustadora que aparece sem você esperar ).</i>&nbsp;Aqui, estamos falando de terror psicológico e sobrenatural. Particularmente, nesse sentido, eu fiquei decepcionada. Não que o filme não mostrou a que veio, mas na minha opinião, faltou consistência e tinha um potencial para um roteiro <i>fodástico</i>!</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O filme tem como premissa o OCULTISMO e uma FÉ EXTREMA. Sabe aquelas pessoas fanáticas que em sua maioria pregam a religião do jeito que lhes convém e que acha correto? Então.</div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://metropolitanafm.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/01/capa-9.jpg" height="426" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><a name='more'></a></div>
<div style="text-align: justify;">O filme conta sobre a história de um casal e seus cinco filhos, que são expulsos da colônia onde moravam por serem talvez, puritanos demais. Eles se instalam em uma casa na floresta e é lá que tudo acontece. A história se passa em 1630 na Nova Inglaterra. Não preciso comentar que eu adoro filmes de época! Bom, enquanto Thomasin ( Ana Taylor-Joy), filha mais velha do casal, está cuidando do pequeno Samuel, algo acontece e o bebê desaparece do nada. Após esse evento, toda a família fica desestruturada e coisas inexplicavelmente sobrenaturais acontecem. O pai de Samuel acredita que seu filho possa ter sido levado por lobos, porém algum tempo depois, outros fatos demonstram que tudo o que pensava, estava errado. Com tais eventos, a família passa a acusar Thomasin de bruxaria. &nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O desenvolvimento do filme é lento, porém, você fica encantado com a fotografia, o clima tenso e sombrio construído com maestria pelo diretor <b><span style="color: #cc0000;">Robert Eggers.&nbsp;</span></b></div>
<div style="text-align: justify;">Quase todo o filme é composto por uma fotografia sombria, que te deixa apreensivo até mesmo no clarear do dia. O interior da casa a noite era iluminado apenas pelas velas, o que claro, dava um ar aterrorizante, no sentido visual. Você sempre fica esperando que vá acontecer algo, mas o terror está ali, apenas na sua cabeça.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O que de fato me incomodou e me incomoda em filmes que mexem com nossa crença, são perguntas que sempre temos e que nunca serão respondidas. Ou você tem fé ou não tem. Simples assim. Mas são coisas que realmente mexe com seu psicológico. <i>Nesse quesito, ponto para o filme.&nbsp;</i></div>
<div style="text-align: justify;"><i><br /></i></div>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><i>Ah! Cara. Me lembre de nunca passar perto de um bode! Se eu já tinha receio do bichinho, agora tenho é pavor!</i></p></blockquote>
<div style="text-align: justify;"><i><br /></i></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://www.deveserisso.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/a-bruxa-the-witch-2016-trailer-legendado.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="1x1.trans A Bruxa Trailer Legendado (The Witch)" border="0" src="http://www.deveserisso.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/a-bruxa-the-witch-2016-trailer-legendado.jpg" height="330" width="640" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O filme tem um roteiro mediano, mas ao meu ver, pouco explorado nos trinta minutos restantes. Sei lá, ficou aquela sensação tipo<i> &#8220;É sério que acabou assim?&#8221;</i>, e vou confessar, detesto isso. Mas não vamos desmerecer toda uma obra primorosa, por conta desse fato. Eu senti como se eu tivesse lendo um prólogo de um livro e que no fim dele, eu poderia ler o capítulo um. Sai do cinema com a sensação de que nada havia acabado, que o filme estava apenas no começo, até mesmo porque, eu mal vi a BRUXA. Acho que de tudo do filme, aquele ar demoníaco e oculto, foi o que me deu UM POUCO de medo. Não sei se a palavra medo seria correta, talvez, seria mais como um incômodo, em saber que realmente coisas demoníacas existem. &nbsp;É diferente de você assistir O Chamado e a menina sair da televisão para te matar. Você sabe que aquilo é impossível. Porém, todos que acreditam em Deus, acreditam também no diabo, e isso é o que assusta.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Não sei como classificar esse filme, metade de mim gostou a outra ficou decepcionada. Talvez se o desfecho tivesse sido diferente, minha nota para o filme seria 5 estrelas. Mas, por hora, 3 está de bom tamanho.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: center;"><img decoding="async" src="https://1.bp.blogspot.com/-hr6YOjnH5Vk/VoH7sHZvnWI/AAAAAAAAHyk/z9NWYKhcl84/s320/http---signatures.mylivesignature.com-54493-395-7174C07080ED8C951BCCC95316C8A243.png" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>(Crítica) &#8211; O Regresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 11:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Baseado na obra de Michael Punk, dirigido pelo mexicano Alejandro González Iñarritu, de ( Birdman),&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://br.web.img1.acsta.net/newsv7/16/01/27/18/14/132281.jpg" height="256" width="640" /></p>
<p></div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-NHbLrXAvWX4/U95fl8X-b4I/AAAAAAAABQk/xLuEeTHmFSA/s1600/estrelas.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="53" src="https://4.bp.blogspot.com/-NHbLrXAvWX4/U95fl8X-b4I/AAAAAAAABQk/xLuEeTHmFSA/s200/estrelas.png" width="200" /></a></div>
<p></div>
<div style="text-align: justify;">Baseado na obra de Michael Punk, dirigido pelo mexicano Alejandro González Iñarritu, de ( Birdman), O Regresso, ( The Revenant) é uma obra sobre a luta pela sobrevivência e um desejo de vingança. Há aquelas frases “A Vingança é um prato que se come frio” e “Se for se vingar, cave duas covas”. &nbsp;Bem, o filme é literalmente isso.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Para quem não sabe, o longa é baseado em fatos reais, o que para mim o torna ainda mais incrível.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;">Sou suspeita para falar do Leonardo DiCaprio, pois para mim, parece perseguição o ator nunca ter ganhado Oscar. A atuação dele é brilhante, sempre foi. O filme beira o realismo, com cenas brutais, agonizantes e momentos de aflição. É assim que você se sente praticamente o filme todo. <o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"><a name='more'></a></div>
<div style="text-align: justify;">O filme teve 12 indicações ao Oscar. Entre elas, de melhor filme, melhor ator, Leo DiCaprio, melhor ator Coadjuvante, Tom Hardy e melhor diretor, Alejandro Inãrritu.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" height="360" src="https://davigoncalves.files.wordpress.com/2015/12/02.png?w=520&amp;h=293" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://observatoriodocinema.com.br/portal/wp-content/uploads/2016/01/regressourso.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://observatoriodocinema.com.br/portal/wp-content/uploads/2016/01/regressourso.jpg" height="179" width="320" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">DiCaprio interpreta Hugh Glass, um forasteiro que trabalha como guia para os americanos numa expedição de caça a animais para a venda de peles no Norte dos Estados Unidos. Atacado por um Urso, ficando praticamente num estado “quase de morte”, ele é deixado para trás juntamente com o seu filho índio, pelo Capitão da expedição. &nbsp;John Fitzgerald (Tom Hardy) &nbsp;e um outro rapaz (Will Poulter), são escalados para cuidar de Glass até que ele morra e dê a ele um enterro digno. Mas, a vilania de Fitzgerald, faz Norman Bates parecer fichinha. A sangue frio, Fitzgerald assassina o filho de Glass na frente dele e ainda deixa o parceiro para trás para morrer, não cumprindo o acordo.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://observatoriodocinema.com.br/portal/wp-content/uploads/2015/10/tomhardy-oregresso.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://observatoriodocinema.com.br/portal/wp-content/uploads/2015/10/tomhardy-oregresso.jpg" height="179" width="320" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">É então que Glass luta pela sua sobrevivência para vingar a morte do filho. As cenas são incríveis e só o ataque do Urso já vale o Oscar para DiCaprio. Como se não bastasse, Glass ainda é confrontado com índios assassinos, arremessado de um penhasco, se joga em rios congelantes e é quase soterrado por uma tempestade de neve. Desgraça pouca é bobagem para Glass. Sua determinação, mesmo com toda a sua debilidade, é o diferencial, o que o torna indescritivelmente fabuloso. O filme trata o ambiente em si como um inimigo violento. Quanto a Tom Hardy, o ator é igualmente brilhante. Um personagem extremamente egoísta. Eu fiquei realmente besta com a atuação dele e custei a acreditar que era Hardy ali, interpretando.&nbsp; Fui até confirmar nos créditos. A caracterização do personagem foi inacreditável.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://dalenogare.com/wp-content/uploads/2016/01/leonardo-dicaprio-the-revenant.jpg" height="363" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Preciso tirar o chapéu para Inãrritu, pois conseguir prender o espectador por 156 minutos no longa, que por muitas vezes, tem cenários monótonos com DiCaprio e sem diálogos, sem dúvida, é de uma genialidade impressionante. Não são todos que conseguem ter a sensibilidade de perceber que os atos, um olhar ou até mesmo o cenário em si, dispensam diálogos e falam por si só. E é o caso de O Regresso.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" height="358" src="https://3.bp.blogspot.com/-3OQ4N7iws1I/Vo-vHHxdt1I/AAAAAAAACNY/hRL_mzf9lbg/s640/revenant-620x348.jpg" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Com uma fotografia de dar inveja, eu quero realmente dar um beijo em Emmanuel Lubezki por sua câmera incrível e suas gravações de plano-sequencias. É tão real, que em uma das cenas, a lente chega a embaçar com a respiração de DiCaprio. Sem contar da avalanche real criada apenas para impressionar. Nós nos sentimos dentro do filme, naquele cenário espetacular, diante de uma natureza totalmente bela, rústica e impecável. Vale ressaltar que Lubezki já ganhou duas estatuetas, em Gravidade e Birdman. Sério, preciso tomar a câmera desse cara, simplesmente sensacional. Ele transforma o filme com maestria em uma impecável obra prima com belíssimos cenários de uma natureza não explorada e selvagem. E não vamos só falar da fotografia, o longa merece uma atenção especial em todas as suas categorias: cenário, maquiagem, figurino, direção de arte, produção, trilha sonora&#8230; Além é claro, das atuações brilhantes de DiCaprio e Tom Hardy.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img decoding="async" src="http://br.web.img1.acsta.net/newsv7/15/11/24/18/40/088524.jpg" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Tenho dito, se DiCaprio não levar o Oscar de melhor ator, não sei dizer quais são os critérios para isso. Por mais que Matt Damon esteja concorrendo ao seu lado, como melhor ator no filme Perdidos em Marte – o qual eu também amei – sem dúvida, a interpretação dele está longe de ser comparada ao de DiCaprio, em O Regresso. Ele realmente entrou de corpo e alma nessa atuação. Quer uma prova? O ator que é vegetariano, teve que realmente comer carne vermelha, crua (numa passagem do filme), para dar mais realismo. É ou não é FODA?<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Então, será que agora vai?<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;">É esperar até 28 de fevereiro e ficar na torcida.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"><o:p><br /></o:p></div>
<div style="text-align: center;"><o:p><img decoding="async" src="https://1.bp.blogspot.com/-hr6YOjnH5Vk/VoH7sHZvnWI/AAAAAAAAHyk/z9NWYKhcl84/s320/http---signatures.mylivesignature.com-54493-395-7174C07080ED8C951BCCC95316C8A243.png" />&nbsp;</o:p></div>
<p></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
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		<title>Séries : 1ª Temporada de Reign ( Reinado)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2015 16:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Série]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguém já ouviu falar de Mary, a Rainha da Escócia? &#160;A série descreve a história&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;arial&quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 107%;"><br /></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;arial&quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 107%;"><b><i>Alguém já ouviu falar de Mary, a Rainha da Escócia?</i></b></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: center;"><span style="font-family: &quot;arial&quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 107%;"><img loading="lazy" decoding="async" class="mainImage" data-bm="70" src="http://media.melty.fr/article-1503782-ajust_930/reign-la-serie-historique.jpg" height="224" width="400" /></span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">&nbsp;A série descreve a história de Mary Stuart da Escócia e seu caminho até o poder, iniciando com sua chegada à França com 15 anos e seu noivado com o Príncipe Francis. Acompanhada de suas três melhores amigas, Mary precisa sobreviver às intrigas, inimigos e forças obscuras que tomam conta da corte francesa.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; line-height: 107%;"></span><br /><a name='more'></a></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; line-height: 107%;">Presta atenção nesses figuros! Oh, God! </span></div>
<div style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="mainImage" data-bm="15" src="http://www.ew.com/sites/default/files/i/2015/02/05/reign-recap.jpg" height="266" width="400" /></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">Depois de The Tudors, esta é minha série favorita do gênero. Não é surpresa para ninguém que sou extremamente apaixonada por História, principalmente, de pessoas tão intrigante como Mary e Rei Henry da França. </div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">A Warner tem o poder mágico de criar histórias que te fazem ficar louca. </div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://lh3.googleusercontent.com/proxy/zrJvMVzMnr9hPYrYYkn42h5WcjZhQPITkiMUnvsPk6nCoWGok_Ud37yT7KNShflmhflukaeqA6T_4n5Ie7CnvPXZ9upx7ja63T1R8jjJh0WhuGlE3Te3-absI50cXyiD10zvewHDYLlfYNBs" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" class="mainImage" data-bm="89" src="http://images6.fanpop.com/image/photos/34600000/reign-reign-tv-show-34695216-480-284.jpg" height="284" width="480" /></a></div>
<div style="border-image: none;"></div>
<div style="border-image: none;">Com seis anos de idade, Mary ganhou seu direito legítimo ao trono, após seu pai Jaime V falecer. A mão de Mary foi prometida ao filho de Henrique VIII – o famoso The Tudors. Mas o parlamento não apoiou a ideia. Com isso, a guerra entre os dois países era constante. </div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">
<div style="border-image: none;">Para salvar Mary das ameaças dos ingleses, sua mãe Marie de Guises, a levou para a França com a promessa de casamento com o filho do Rei Henry II, Francis.</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">
<div style="border-image: none;">Quando Mary completa 15 anos e já tem idade para se casar, ela é levada do convento para a corte para conviver com os cuidados de Catarina de Médice, a esposa do Rei Henry. E vou te contar uma coisa, se eu tivesse uma sogra como essa mulher (risos eternos) eu largaria minha coroa, fugiria da França e dava um pé na bunda do príncipe Francis. A mulher é pior que o capeta, embora muitas vezes, eu senti compaixão por ela, mas foi bem pouco, que fique claro.</div>
<div style="border-image: none; clear: both; text-align: center;"><a data-ved="0CAcQjRxqFQoTCM-e-YS2kMkCFQV-kAodbaAHlA" href="http://www.google.com.br/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=0CAcQjRxqFQoTCM-e-YS2kMkCFQV-kAodbaAHlA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.fanforum.com%2Ff426%2Fqueen-france-%255Bcatherine-megan-follows%255D-1-history-written-survivors-i-am-surely-63112103%2Findex19.html&amp;bvm=bv.107467506,d.Y2I&amp;psig=AFQjCNEOxQ7NVpJJOt46BMdiJhgilwsXHw&amp;ust=1447607934599667" jsaction="mousedown:irc.rl;keydown:irc.rlk;irc.il;" style="border-image: none; border: 0px currentColor; clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" height="400" id="irc_mi" src="https://31.media.tumblr.com/c7111cf48e4d26080dd00b45d3afb589/tumblr_n04rwotoS81qcn7rko1_250.gif" style="margin-top: 84px;" width="376" /></a></div>
<div style="border-image: none;"></div>
</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">Disputas políticas, religiosas, traições e muita confusão lhe aguardam nesse seriado.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">No meio disso tudo, há uma coisa que me balançou um pouco. Várias e várias vezes eu torci para que Bash, o filho bastardo do Rei ficasse com Mary, mas como todos sabem da história, não é nenhum spoiler, é claro que Mary se casa com Francis. Só que eu não acho que ele seja um homem com H maiúsculo, entende? </div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">No meio de toda disputa, corações partidos, intrigas&#8230; Mary também seria herdeira legitima do trono inglês. E o Rei Henry quer porque quer, que Mary assuma o trono após a morte de Maria I, filha do casamento católico de Henrique VIII. Mas, como nem tudo são flores, ao invés disso quem assume é a famosa Elizabeth I, irmã de Maria I porém do casamento protestante de Henrique e Ana Bolena, tão conhecida quanto Mary a Rainha branca da Escócia. </div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">Não quero prolongar muito, mas ressalto que a série é muito bem planejada, com atores incríveis e apaixonantes que farão vocês suspirarem e desejarem ter vivido naquela época. Bom, parando para pensar, acho que não ( risos). Eu certamente teria minha cabeça decapitada pelo Rei se eu dissesse que ele é um zé mané. Vai por mim, o Rei Henry se acha o fodão, e eu acho isso um porre, principalmente quando ele surta e começa a dar uma de sadomasoquista. Christian Grey acharia isso um despautério. ( Espero que ele nunca saiba kkkk ).</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="mainImage" data-bm="27" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-k-qF81tskDA/U90nRjeFCCI/AAAAAAAAAtA/0JPtjAb3FHk/s400/Penelope+e+Henry.jpg" width="400" /></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: center;">Na Foto, Rei Henry dando uma de fodão em cima de uma das servas. Ele cismou que ela é sua Rainha, pra verem o nível de loucura do cara ( risos eternos)</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">Finalizando, eu amei a série. Já estou começando a segunda temporada. Como eu sei como a história termina ( porque eu fiz minha lição de casa no colégio rsrs), meu coração tá apertadinho. Não vou falar o que é, pois seria um mega Spoiler. Vejo vocês na 2 Temporada de, Reign. </div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><span></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt; text-align: justify;">Beijos,</p>
<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/-l_wNlucQGsc/VldTohgg0iI/AAAAAAAADtY/UYzN9KYnf6w/s1600/brooke%2Bassinatura.png" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="53" src="http://3.bp.blogspot.com/-l_wNlucQGsc/VldTohgg0iI/AAAAAAAADtY/UYzN9KYnf6w/s320/brooke%2Bassinatura.png" width="320" /></a>&nbsp;</div>
<p></p>
<div style="margin: 0cm 0cm 8pt;"></div>
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