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	<title>filme &#8211; Atitude Literária</title>
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	<description>Site literário feito para verdadeiros apaixonados por livros e tudo que eles representam.</description>
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	<title>filme &#8211; Atitude Literária</title>
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		<title>Eu assisti: A Sociedade da Neve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 23:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Eu assisti]]></category>
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					<description><![CDATA[Caros leitores! Vocês conseguem se imaginar entrando em um avião, ele caindo em uma montanha&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Caros leitores!</strong> Vocês conseguem se imaginar entrando em um avião, ele caindo em uma montanha erma, primeiro sobreviver a essa queda, e mesmo machucado precisar lutar para seguir vivo em um local que só tem neve, quase nada de comida, roupas, ou qualquer equipamento mínimo para sobrevivência, e muitos mortos ao seu lado, pessoas que você conhecia?</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma trágica história real, que ganhou uma adaptação cinematográfica, baseada no livro homônimo “A Sociedade da Neve, do jornalista <strong>Pablo Vierci</strong>, publicado no Brasil, pela Companhia das Letras.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 13 de outubro de 1972, o time de rúgbi Uruguaio, juntamente com alguns amigos e familiares, fretou um avião da Força Aérea do Uruguai, com destino a Santiago, no Chile para uma competição. Ao todo 45 pessoas estavam a bordo. Durante o trajeto a aeronave se choca contra uma montanha da Cordilheira dos Andes. Com a queda muitos dos passageiros e tripulantes morrem. Aqui já irei deixar meu primeiro parecer, foi muito inteligente a maneira como <strong>J.A. Bayona</strong> (diretor) escolheu não ficar retratando o entorno, as histórias, ou os personagens antes da tragédia, o foco não era nos apresentá-los antes e sim, ressaltar a sobrevivência. Em poucos minutos desde o início do filme, já somos transportados e impactados com a sequencia de cenas que marcam a queda aterrorizante, a aeronave se partindo, os bancos se desprendendo e se chocando uns nos outros, corpos sendo arremessados para fora, corpos sendo esmagados, sangue, desespero, membros se quebrando, tudo diante dos teus olhos, é uma cena que rouba o ar, que consegue transmitir o terror, o pânico do que está acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a queda, nos deparamos com um grupo muito desnorteado, mas sem tempo a perder, e logo eles correm para ajudar uns aos outros, encontrar sobreviventes e ajudar os feridos. Ao final daquela primeira varredura vinte e nove pessoas seguem vivas, mas esse é apenas o início das dores, eles estão em um ambiente hostil, cercados por montanhas congelantes, metros de neve e não possuem o mínimo para sobreviver. Ainda que tomem decisões importantes de procurarem um meio de se isolar dentro do que restou da aeronave e fechar as frestas de ar para passarem aquela primeira noite, o clima é implacável, e o inevitável acontece, mais pessoas acabam morrendo congeladas, ou em decorrência da gravidade de seus ferimentos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5008 size-large" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-1024x640.jpg" alt="" width="1024" height="640" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-1024x640.jpg 1024w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-300x188.jpg 300w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-768x480.jpg 768w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-1170x731.jpg 1170w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix-585x366.jpg 585w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/A-Sociedade-da-Neve-tudo-sobre-o-novo-filme-da-Netflix.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os dias se alongam, eles precisam aprender a extrair água da neve, se viram como podem com o que encontraram de alimentos. Um dos passageiros, estudante de medicina, consegue oferecer um “suporte” aos mais feridos, e todos tentam se ajudar como podem. Encontram um radinho e é por ele que recebem notícias do mundo exterior, e é por lá que também tomam ciência que as buscas por eles foram interrompidas depois de duas semanas, eles foram dados como <strong>mortos</strong>. O clima é extremo demais e seguir com as buscas impossível. Mais uma vez, somos tomados pelo desespero daquele grupo, que veem suas vidas se esvaindo por entre seus dedos.</p>
<p style="text-align: justify;">Caminhar para longe de onde estão se revela algo quase impossível, são metros e metros de neve, um clima extremo, fora a desidratação, a fome, por consequência a desnutrição, o sol que queima sem nenhuma misericórdia, e todo o mal-estar que a altitude provoca. Não existem opções, caminhos, meios, só um bando de jovens perdidos e agonizando em vida.</p>
<p style="text-align: justify;">É só então que as primeiras conversas sobre se alimentar dos mortos começam. É muito importante deixar claro aqui, que isso é retratado de modo muito sensível, sutil, não tem nada escancarado, o filme foge do <strong>sensacionalismo</strong>, do mórbido, do que poderia tornar isso ainda mais difícil do que já é. O que ganha a tela, é a angústia, a agonia, a aflição diante do fim iminente, e ao que se resumiu toda aquela situação. Não é uma decisão fácil, nos acompanhamos o terror psicológico que eles estão enfrentando, o conflito moral, religioso, a luta entre sobreviver e morrer a uma mordida, e é agonizante acompanhar isso. Os choros, as lembranças, o incomodo, o quanto aquilo os consome ao mesmo passo que os alimenta. Não é sobre certo ou errado, é sobre desespero e sobreviver.</p>
<p style="text-align: justify;">Serão setenta e dois dias perdidos no meio da Cordilheira. Ao final desta trajetória dolorosa e drásticas, apenas dezesseis sobreviverão. E é graças a dois dos jovens (<strong>Fernando Parrado</strong> e <strong>Roberto Canessa</strong>), que estão em condições razoavelmente melhores que os demais, que caminharam por dez dias, até que encontraram o cavaleiro <strong>Sérgio Catalan</strong>, que os leva para casa, os alimenta e chama o resgate. E os jovens, no dia 22 de dezembro, de 1972, são resgatados.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5018 size-large" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-1024x682.png" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-1024x682.png 1024w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-300x200.png 300w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-768x512.png 768w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-585x390.png 585w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1-263x175.png 263w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-06-223839-1.png 1160w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">É difícil dizer que uma obra adaptada da vida real é bonita, ainda mais uma carregada de tanta dor e perdas, mas a produção me <strong>surpreendeu</strong> por focar em pontos que vai muito além do sofrimento, da angústia, do desespero, ainda que sejam pontos presentes. Bayona, consegue trazer a humanidade, a camaradagem, a união, a maneira como o grupo escolhe se apoiar, cuidarem uns dos outros, cada um oferecendo aquilo que pode. O que fica no final, mesmo com todo o horror, é a mensagem de esperança, de otimismo, fé e força. E nos faz questionar sobre; o que você faria diante de uma situação como aquela? E se fosse você ali? Até onde você iria para sobreviver?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não sou profissional para falar sobre fotografia, trilha sonora, enquadramento de câmera, figurino, maquiagem, atuação&#8230; e por aí vai. O que posso deixar aqui é minha impressão como leiga, e eu amei tudo sobre a produção, achei o trabalho muito bem-feito, os atores muito bem diante dos papeis representados, eles transmitem a emoção, está no olhar, na forma como o corpo fala, em tudo. E achei o figurino e a maquiagem muito bem-feitos, coerentes, me passou verdade. O cenário muito bem explorado, enfim, já deu para perceber que eu gostei.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas assistam, prestigiem a obra, ela está disponível na Netflix. Assista ao trailer a seguir:</p>
<p><center><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/zPw-NNjZbHo?si=3qfROFL5cEiBFPAI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
<blockquote><p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-5006 alignleft" src="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/5988725-198x300.webp" alt="" width="198" height="300" srcset="https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/5988725-198x300.webp 198w, https://atitudeliteraria.com.br/wp-content/uploads/2024/01/5988725.webp 415w" sizes="(max-width: 198px) 100vw, 198px" /></p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p><strong>Original:</strong> La Sociedad de la Nieve</p>
<p><strong>Ano Produção:</strong> 2023</p>
<p><strong>Duração:</strong> 144 minutos</p>
<p><strong>Gênero:</strong> Aventura, drama, baseado em fatos, adaptado de livro, história</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 14+</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Bernat Vilaplana, J. A. Bayona, Jaime Marques, Pablo Vierci</p>
<p><strong>Produção:</strong> Belén Atienza, Lilia Scenna, Sandra Hermida, J. A. Bayona, Pablo Vierci</p>
<p><strong>Direção:</strong> J. A. Bayona</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Agustin Pardella, Enzo Vogrincic, Matias Recalt, e outros&#8230;</p></blockquote>
<p>Até a próxima! Bye.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>[CINEMA] Sete Homens e Um Destino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Oi, gente! Hoje estou aqui para uma resenha de um filme que acabei por ver&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Oi, gente!</b></p>
<div style="text-align: justify;">Hoje estou aqui para uma resenha de um filme que acabei por ver acidentalmente. Ao passar em frente ao cinema, vi ele em cartaz e o elenco incrível, então pensei: Opa, filme de faroeste? Não posso perder!<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Sabe de qual filme estou me referindo? <o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><b>SETE HOMENS E UM DESTINO</b><o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-SrEOUSowavs/V-U8BKBxyqI/AAAAAAAABd8/rS0obyav7GoZHcuJHgvB6iQb4mFzQk25wCLcB/s1600/sete-homens-um-destino.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="226" src="https://1.bp.blogspot.com/-SrEOUSowavs/V-U8BKBxyqI/AAAAAAAABd8/rS0obyav7GoZHcuJHgvB6iQb4mFzQk25wCLcB/s640/sete-homens-um-destino.jpg" width="640" /></a></div>
<p><a name='more'></a></div>
<div style="text-align: justify;">O longa é baseado no filme homônimo de 1960, dirigido por John Sturges, que por sua vez, foi baseado no clássico japonês: Os Sete Samurais ( 1954) e pasmem, a versão ainda gerou três sequencias, A volta dos Sete Homens ( 1966), A Revolta dos Sete homens (1969) e A Fúria dos Sete Homens ( 1972), além de uma série de TV que passou durante (1998-2000).<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O filme é dirigido por Antoine Fuqua. Se você gostou de Nocaute, O Protetor, Bastardos Inglórios, Invasão à Casa Branca, Atirador&#8230; Então você vai amar Sete Homens e um destino. Fuqua é um excelente diretor e conseguiu levar o longa com maestria, fazendo com que ele transitasse de forma impressionante entre o humor, drama e ação – e que ação, hein!&nbsp;<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Resultado de imagem para sete homens e um destino elenco" src="http://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2016/04/the-Magnificent-Seven-3_1200_900_82_s.jpg" height="426" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O filme também conta com um dos melhores elencos: <i><span style="color: red;">Chris Pratt</span></i>, que dá vida ao personagem Faraday, um cara solitário e beberrão, porém sarcástico e divertido. <i><span style="color: red;">Vincent D. Onofrio</span></i>, como Jack Horne, o urso eremita – eu ri um bocado com esse cara, sério! Contamos também com o lindo <i><span style="color: red;">Manuel Garcia-Rulfo</span></i>, um bandido mexicano que não erra um tiro – benza Deus! Os dois golpistas Goodnight e Billy Rocks, vividos por <i><span style="color: red;">Ethan Hawke</span></i><span style="color: red;"> </span>– que eu amo, e <i><span style="color: red;">Byung-Hun Lee</span></i><span style="color: red;"> </span>– não lembro de ter visto um filme com esse cara, mas ele é foda! <i><span style="color: red;">Martin Sinsmeier</span></i>, que dá vida ao lindíssimo e atlético – nada boba eu né, mas o cara tinha um corpo de dar inveja – índio Red Harvest. E claro, a estrela do filme, <i><span style="color: red;">Denzel Washington</span></i>, que dá vida ao imponente e temido Chilsom em seu cavalo Negro. Já falei que eu casaria com Denzel Washington se eu pudesse? Pois é!&nbsp;<o:p></o:p>Mesmo com aqueles caras sujos e suados &#8211; devia ser assim mesmo nessa época de faroeste &#8211; eu não deixei de suspirar por Bommer e Pratt, e até Denzel tinha seu charme, rs. Então, nota 10 para figurino e fotografia, ahahaha.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Eu não assisti todas as adaptações desse filme anteriormente, mas a que vi, algumas coisas mudaram bastante. Mas eu amei os bandoleiros, ahahaha!<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Resultado de imagem para sete homens e um destino elenco" src="http://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2016/04/the-Magnificent-Seven-3_1200_900_80_s.jpg" height="404" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Nesse longa, o notório Du Four, estrelado por <b><i><span style="color: red;">Peter Sarsgavard</span></i></b><span style="color: red;"> </span>– sempre tem que ter um vilão, né gente – ele invade o vilarejo com alguns pistoleiros e acaba impondo sua presença aos moradores de forma brutal, assassinando vários homens, e um deles, é o marido de Ema Cullen, estrelado pelo lindo, gostoso e maravilhoso <i><span style="color: red;">Matt Bommer</span></i>. Quem é que não vê esse cara e não suspira gente? Affe! <i><span style="color: red;">Haley Bennet</span></i><span style="color: red;"> </span>está muito bem no papel de Ema, e é ela quem faz a trama girar ao contratar Shilsom, um caçador de recompensas, para ajudá-la a livrar a vila do opressor e seus pistoleiros. Shilsom acha loucura enfrentar Du Four sozinho, então contrata mais seis bandoleiros para essa jornada suicida. Por mais que os 7 homens sejam fodaaaaa, eles sabem que é uma missão impossível. Não é só saber atirar, ou atirar primeiro, Shilsom é cabra macho, ele é inteligente e sagaz. Ele também tinha seus motivos para ajudar a moça a se livrar do cara e buscar vingança pelo marido morto, acho que por isso ele aceitou a missão sem nem pestanejar. Adoro homens valentes!<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Resultado de imagem para sete homens e um destino elenco" src="http://imguol.com/c/entretenimento/6c/2016/09/20/cena-do-filme-sete-homens-e-um-destino-1474409277483_956x500.jpg" height="334" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">A ideia central do filme foi mantida, mas os personagens foram repaginados. Eu adoro remakes, claro que alguns nos decepcionam, mas esse não tinha como não dar certo com tantos atores de alto escalão. O filme me surpreendeu de um jeito bem positivo. Muito mais do que um entretenimento de sessão da tarde. Os diálogos são bem construídos e o roteiro impecável, sem contar a fotografia. Eu me senti em mil novecentos e bolinha, na época em que meu pai assistia filmes de bang-bang. <o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Resultado de imagem para sete homens e um destino elenco" src="http://www.tv-ao-vivo.net/vereassistir/wp-content/uploads/2016/09/filme-sete-homens.jpg" height="426" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O desfecho do filme é um tanto clichê e previsível, porém isso não apaga seu brilho. Nunca vi tanto tiro na minha vida e personagens saindo ileso até o momento chave. Claro que há mortes, meu coração ficou apertadinho, pois cada personagem ali me conquistou de formas diferentes. Enfim, eu recomendo muito. É um filme de 2h16, que brilhou do começo ao fim.&nbsp;<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" src="https://1.bp.blogspot.com/-hr6YOjnH5Vk/VoH7sHZvnWI/AAAAAAAAHyk/z9NWYKhcl84/s320/http---signatures.mylivesignature.com-54493-395-7174C07080ED8C951BCCC95316C8A243.png" /></div>
<p></p>
<div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"></div>
<p></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>[CINEMA] A BRUXA &#8211; Primeiras Impressões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 19:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Eis que chega aos cinemas brasileiros o tão esperado filme de TERROR, A BRUXA. Com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"></div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-sXimCCV0wiM/Vttf8atwwSI/AAAAAAAAD2E/bUmpqQKX4BY/s1600/bruxa_11-750x380-750x380.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="324" src="https://4.bp.blogspot.com/-sXimCCV0wiM/Vttf8atwwSI/AAAAAAAAD2E/bUmpqQKX4BY/s640/bruxa_11-750x380-750x380.jpg" width="640" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">Eis que chega aos cinemas brasileiros o tão esperado filme de TERROR, A BRUXA. Com um marketing pesado, A Bruxa se tornou, mesmo antes de sua estreia, o filme queridinho dos amantes de terror.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Porém, engana-se quem pensa que ele é mais um daqueles terrores <i>jumpscares ( aqueles filmes com ruínos ou musiquinhas sinistras fortes, seguidas por uma imagem assustadora que aparece sem você esperar ).</i>&nbsp;Aqui, estamos falando de terror psicológico e sobrenatural. Particularmente, nesse sentido, eu fiquei decepcionada. Não que o filme não mostrou a que veio, mas na minha opinião, faltou consistência e tinha um potencial para um roteiro <i>fodástico</i>!</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O filme tem como premissa o OCULTISMO e uma FÉ EXTREMA. Sabe aquelas pessoas fanáticas que em sua maioria pregam a religião do jeito que lhes convém e que acha correto? Então.</div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://metropolitanafm.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/01/capa-9.jpg" height="426" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><a name='more'></a></div>
<div style="text-align: justify;">O filme conta sobre a história de um casal e seus cinco filhos, que são expulsos da colônia onde moravam por serem talvez, puritanos demais. Eles se instalam em uma casa na floresta e é lá que tudo acontece. A história se passa em 1630 na Nova Inglaterra. Não preciso comentar que eu adoro filmes de época! Bom, enquanto Thomasin ( Ana Taylor-Joy), filha mais velha do casal, está cuidando do pequeno Samuel, algo acontece e o bebê desaparece do nada. Após esse evento, toda a família fica desestruturada e coisas inexplicavelmente sobrenaturais acontecem. O pai de Samuel acredita que seu filho possa ter sido levado por lobos, porém algum tempo depois, outros fatos demonstram que tudo o que pensava, estava errado. Com tais eventos, a família passa a acusar Thomasin de bruxaria. &nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O desenvolvimento do filme é lento, porém, você fica encantado com a fotografia, o clima tenso e sombrio construído com maestria pelo diretor <b><span style="color: #cc0000;">Robert Eggers.&nbsp;</span></b></div>
<div style="text-align: justify;">Quase todo o filme é composto por uma fotografia sombria, que te deixa apreensivo até mesmo no clarear do dia. O interior da casa a noite era iluminado apenas pelas velas, o que claro, dava um ar aterrorizante, no sentido visual. Você sempre fica esperando que vá acontecer algo, mas o terror está ali, apenas na sua cabeça.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O que de fato me incomodou e me incomoda em filmes que mexem com nossa crença, são perguntas que sempre temos e que nunca serão respondidas. Ou você tem fé ou não tem. Simples assim. Mas são coisas que realmente mexe com seu psicológico. <i>Nesse quesito, ponto para o filme.&nbsp;</i></div>
<div style="text-align: justify;"><i><br /></i></div>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><i>Ah! Cara. Me lembre de nunca passar perto de um bode! Se eu já tinha receio do bichinho, agora tenho é pavor!</i></p></blockquote>
<div style="text-align: justify;"><i><br /></i></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://www.deveserisso.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/a-bruxa-the-witch-2016-trailer-legendado.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" alt="1x1.trans A Bruxa Trailer Legendado (The Witch)" border="0" src="http://www.deveserisso.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/02/a-bruxa-the-witch-2016-trailer-legendado.jpg" height="330" width="640" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O filme tem um roteiro mediano, mas ao meu ver, pouco explorado nos trinta minutos restantes. Sei lá, ficou aquela sensação tipo<i> &#8220;É sério que acabou assim?&#8221;</i>, e vou confessar, detesto isso. Mas não vamos desmerecer toda uma obra primorosa, por conta desse fato. Eu senti como se eu tivesse lendo um prólogo de um livro e que no fim dele, eu poderia ler o capítulo um. Sai do cinema com a sensação de que nada havia acabado, que o filme estava apenas no começo, até mesmo porque, eu mal vi a BRUXA. Acho que de tudo do filme, aquele ar demoníaco e oculto, foi o que me deu UM POUCO de medo. Não sei se a palavra medo seria correta, talvez, seria mais como um incômodo, em saber que realmente coisas demoníacas existem. &nbsp;É diferente de você assistir O Chamado e a menina sair da televisão para te matar. Você sabe que aquilo é impossível. Porém, todos que acreditam em Deus, acreditam também no diabo, e isso é o que assusta.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Não sei como classificar esse filme, metade de mim gostou a outra ficou decepcionada. Talvez se o desfecho tivesse sido diferente, minha nota para o filme seria 5 estrelas. Mas, por hora, 3 está de bom tamanho.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: center;"><img decoding="async" src="https://1.bp.blogspot.com/-hr6YOjnH5Vk/VoH7sHZvnWI/AAAAAAAAHyk/z9NWYKhcl84/s320/http---signatures.mylivesignature.com-54493-395-7174C07080ED8C951BCCC95316C8A243.png" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
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		<title>(Crítica) &#8211; O Regresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biia Rozante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 11:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Séries & Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Baseado na obra de Michael Punk, dirigido pelo mexicano Alejandro González Iñarritu, de ( Birdman),&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://br.web.img1.acsta.net/newsv7/16/01/27/18/14/132281.jpg" height="256" width="640" /></p>
<p></div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-NHbLrXAvWX4/U95fl8X-b4I/AAAAAAAABQk/xLuEeTHmFSA/s1600/estrelas.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="53" src="https://4.bp.blogspot.com/-NHbLrXAvWX4/U95fl8X-b4I/AAAAAAAABQk/xLuEeTHmFSA/s200/estrelas.png" width="200" /></a></div>
<p></div>
<div style="text-align: justify;">Baseado na obra de Michael Punk, dirigido pelo mexicano Alejandro González Iñarritu, de ( Birdman), O Regresso, ( The Revenant) é uma obra sobre a luta pela sobrevivência e um desejo de vingança. Há aquelas frases “A Vingança é um prato que se come frio” e “Se for se vingar, cave duas covas”. &nbsp;Bem, o filme é literalmente isso.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Para quem não sabe, o longa é baseado em fatos reais, o que para mim o torna ainda mais incrível.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;">Sou suspeita para falar do Leonardo DiCaprio, pois para mim, parece perseguição o ator nunca ter ganhado Oscar. A atuação dele é brilhante, sempre foi. O filme beira o realismo, com cenas brutais, agonizantes e momentos de aflição. É assim que você se sente praticamente o filme todo. <o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"><a name='more'></a></div>
<div style="text-align: justify;">O filme teve 12 indicações ao Oscar. Entre elas, de melhor filme, melhor ator, Leo DiCaprio, melhor ator Coadjuvante, Tom Hardy e melhor diretor, Alejandro Inãrritu.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" height="360" src="https://davigoncalves.files.wordpress.com/2015/12/02.png?w=520&amp;h=293" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://observatoriodocinema.com.br/portal/wp-content/uploads/2016/01/regressourso.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://observatoriodocinema.com.br/portal/wp-content/uploads/2016/01/regressourso.jpg" height="179" width="320" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">DiCaprio interpreta Hugh Glass, um forasteiro que trabalha como guia para os americanos numa expedição de caça a animais para a venda de peles no Norte dos Estados Unidos. Atacado por um Urso, ficando praticamente num estado “quase de morte”, ele é deixado para trás juntamente com o seu filho índio, pelo Capitão da expedição. &nbsp;John Fitzgerald (Tom Hardy) &nbsp;e um outro rapaz (Will Poulter), são escalados para cuidar de Glass até que ele morra e dê a ele um enterro digno. Mas, a vilania de Fitzgerald, faz Norman Bates parecer fichinha. A sangue frio, Fitzgerald assassina o filho de Glass na frente dele e ainda deixa o parceiro para trás para morrer, não cumprindo o acordo.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://observatoriodocinema.com.br/portal/wp-content/uploads/2015/10/tomhardy-oregresso.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://observatoriodocinema.com.br/portal/wp-content/uploads/2015/10/tomhardy-oregresso.jpg" height="179" width="320" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">É então que Glass luta pela sua sobrevivência para vingar a morte do filho. As cenas são incríveis e só o ataque do Urso já vale o Oscar para DiCaprio. Como se não bastasse, Glass ainda é confrontado com índios assassinos, arremessado de um penhasco, se joga em rios congelantes e é quase soterrado por uma tempestade de neve. Desgraça pouca é bobagem para Glass. Sua determinação, mesmo com toda a sua debilidade, é o diferencial, o que o torna indescritivelmente fabuloso. O filme trata o ambiente em si como um inimigo violento. Quanto a Tom Hardy, o ator é igualmente brilhante. Um personagem extremamente egoísta. Eu fiquei realmente besta com a atuação dele e custei a acreditar que era Hardy ali, interpretando.&nbsp; Fui até confirmar nos créditos. A caracterização do personagem foi inacreditável.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://dalenogare.com/wp-content/uploads/2016/01/leonardo-dicaprio-the-revenant.jpg" height="363" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Preciso tirar o chapéu para Inãrritu, pois conseguir prender o espectador por 156 minutos no longa, que por muitas vezes, tem cenários monótonos com DiCaprio e sem diálogos, sem dúvida, é de uma genialidade impressionante. Não são todos que conseguem ter a sensibilidade de perceber que os atos, um olhar ou até mesmo o cenário em si, dispensam diálogos e falam por si só. E é o caso de O Regresso.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" height="358" src="https://3.bp.blogspot.com/-3OQ4N7iws1I/Vo-vHHxdt1I/AAAAAAAACNY/hRL_mzf9lbg/s640/revenant-620x348.jpg" width="640" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Com uma fotografia de dar inveja, eu quero realmente dar um beijo em Emmanuel Lubezki por sua câmera incrível e suas gravações de plano-sequencias. É tão real, que em uma das cenas, a lente chega a embaçar com a respiração de DiCaprio. Sem contar da avalanche real criada apenas para impressionar. Nós nos sentimos dentro do filme, naquele cenário espetacular, diante de uma natureza totalmente bela, rústica e impecável. Vale ressaltar que Lubezki já ganhou duas estatuetas, em Gravidade e Birdman. Sério, preciso tomar a câmera desse cara, simplesmente sensacional. Ele transforma o filme com maestria em uma impecável obra prima com belíssimos cenários de uma natureza não explorada e selvagem. E não vamos só falar da fotografia, o longa merece uma atenção especial em todas as suas categorias: cenário, maquiagem, figurino, direção de arte, produção, trilha sonora&#8230; Além é claro, das atuações brilhantes de DiCaprio e Tom Hardy.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><img decoding="async" src="http://br.web.img1.acsta.net/newsv7/15/11/24/18/40/088524.jpg" /></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Tenho dito, se DiCaprio não levar o Oscar de melhor ator, não sei dizer quais são os critérios para isso. Por mais que Matt Damon esteja concorrendo ao seu lado, como melhor ator no filme Perdidos em Marte – o qual eu também amei – sem dúvida, a interpretação dele está longe de ser comparada ao de DiCaprio, em O Regresso. Ele realmente entrou de corpo e alma nessa atuação. Quer uma prova? O ator que é vegetariano, teve que realmente comer carne vermelha, crua (numa passagem do filme), para dar mais realismo. É ou não é FODA?<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Então, será que agora vai?<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;">É esperar até 28 de fevereiro e ficar na torcida.<o:p></o:p></div>
<div style="text-align: justify;"><o:p><br /></o:p></div>
<div style="text-align: center;"><o:p><img decoding="async" src="https://1.bp.blogspot.com/-hr6YOjnH5Vk/VoH7sHZvnWI/AAAAAAAAHyk/z9NWYKhcl84/s320/http---signatures.mylivesignature.com-54493-395-7174C07080ED8C951BCCC95316C8A243.png" />&nbsp;</o:p></div>
<p></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
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